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sábado, 23 de abril de 2011

mal necessário - 10 days left

10 days left.

Eu sinto que esses 10 dias que faltam parecem uma eternidade, e que principalmente essa semana de trabalho é impossivel de ultrapassar rsrs...

Ontem me olhei no espelho sem roupa, o lugarzinho que vai ser cortado... e me imaginei com o corte. De repente me deu um medinho... um frio na barriga... vacilei um pouco...

Mas ai decidi ver o resto do corpo... lembrei das dificuldades, preconceitos e de todas as tentativas mal sucedidas de emagrecimento rsrs... e concluí: É um mal necessário! AMÉM!!

Mas chega de N O S T A L G I A ! !

Quinta-feira feriado, fizemos churrasquinho com a galera e foi maraaa..
Pri, Alan, Du e Eu

Beijinho fofurinhas!! Otimo fim de semana e FELIZ PÁSCOA!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

É possível voltar à vida normal até 1 mês após a cirurgia de obesidade

Cirurgião do aparelho digestivo Arthur Garrido tirou as dúvidas da internet.
Pacientes que quiserem fazer exercícios devem esperar cerca de 2 meses.


                           Na sequência do Bem Estar desta quarta-feira (23), o cirurgião do aparelho digestivo Arthur Garrido disse que, após a cirurgia de obesidade, o organismo do paciente continua absorvendo nutrientes, e a desnutrição só ocorre em casos raros. É importante, porém, seguir uma orientação nutricional e não ingerir alimentos que possam causar prejuízos.
                          Segundo Garrido, o risco na mesa de cirurgia é praticamente zero. O que pode acontecer são complicações nos primeiros dias depois da operação, como problemas pulmonares, circulatórios ou do próprio procedimento, como má cicatrização de algum ponto. Mas a frequência desses casos é muito baixa: entre 1% e 2% do total.
                          Em geral, de 2 a 4 semanas após a cirurgia é possível voltar às atividades normais, como trabalhar, cuidar da casa e dos filhos. Quem quiser fazer exercícios físicos deve esperar um pouco mais: 2 meses.
                          O médico destacou, ainda, que as consequências negativas ao organismo dependem de cada método cirúrgico, mas são efeitos benignos, bastante suportáveis e contornáveis, além de muito menos perigosos à saúde que a obesidade. Garrido afirmou que não basta ser operado, é preciso ser acompanhado antes e depois disso.

                          Algumas técnicas de cirurgia de obesidade podem provocar diarreia, mas são menos usadas. De acordo com Garrido, a grande maioria das operações são cobertas pelos planos de saúde, e entre 5% e 10% são feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quem faz isso de forma particular tem um gasto que varia de R$ 20 mil a R$ 40 mil, dependendo do tipo de procedimento e do hospital.
                          Não é possível diminuir o tamanho do estômago apenas com dietas, e o órgão também não se regenera depois da cirurgia, segundo o especialista. O que pode haver é uma pequena dilatação em alguns casos. Além disso, ele esclareceu que 90% das operações de obesidade atualmente são realizadas por videolaparoscopia, de forma menos invasiva. Além disso, a recuperação é mais rápida e confortável.
                          Por fim, Garrido explicou que o balão intragástrico não é um procedimento cirúrgico, pois é feito por endoscopia. A sensação é de que há comida no estômago, por isso diminui o apetite. O balão deve ser removido depois de seis meses e, para obesos mórbidos, costuma ter resultados apenas temporários.
Fonte: g1.globo.com

quarta-feira, 23 de março de 2011

Risco de Mortalidade x Obesidade

Risco de mortalidade associado diretamente à quantidade de anos vividos com obesidade


Nova pesquisa mostra que a quantidade de anos que a pessoa vive sendo obesa interfere diretamente nos seus riscos de mortalidade. A descoberta foi feita à partir da análise de dados recolhidos para o Framingham Heart Study. 5209 participantes foram acompanhados durante 48 anos, sendo que nenhum deles havia sido diagnosticado com diabetes, doenças cardíacas ou câncer antes de o estudo começar.
Os resultados da pesquisa mostraram que pessoas que foram obesas entre 5 e 14.9 anos tinham riscos de mortalidade duas vezes mais altos do que pessoas que nunca foram obesas. Já as pessoas que tinham sido obesas por mais de 15 anos tinham uma taxa três vezes mais alta. Cada dois anos que a pessoa convive com a doença aumentam os riscos de 6 a 7%.
A Dra. Anna Peeters, da Universidade Monash (Austrália) afirma que “nós não sabíamos se ser obeso por mais tempo era pior para sua saúde do que simplesmente ser obeso. Porém, essa pesquisa mostra pela primeira vez que ser obeso por mais tempo aumenta seu risco de mortalidade, não importa o quão pesado você seja”.
 A pesquisa foi publicada no International Journal of Epidemiology

Vi no: http://blogboasaude.zip.net/

Progresso

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