Cirurgia Bariátrica, o desafio.

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segunda-feira, 28 de março de 2011

É possível voltar à vida normal até 1 mês após a cirurgia de obesidade

Cirurgião do aparelho digestivo Arthur Garrido tirou as dúvidas da internet.
Pacientes que quiserem fazer exercícios devem esperar cerca de 2 meses.


                           Na sequência do Bem Estar desta quarta-feira (23), o cirurgião do aparelho digestivo Arthur Garrido disse que, após a cirurgia de obesidade, o organismo do paciente continua absorvendo nutrientes, e a desnutrição só ocorre em casos raros. É importante, porém, seguir uma orientação nutricional e não ingerir alimentos que possam causar prejuízos.
                          Segundo Garrido, o risco na mesa de cirurgia é praticamente zero. O que pode acontecer são complicações nos primeiros dias depois da operação, como problemas pulmonares, circulatórios ou do próprio procedimento, como má cicatrização de algum ponto. Mas a frequência desses casos é muito baixa: entre 1% e 2% do total.
                          Em geral, de 2 a 4 semanas após a cirurgia é possível voltar às atividades normais, como trabalhar, cuidar da casa e dos filhos. Quem quiser fazer exercícios físicos deve esperar um pouco mais: 2 meses.
                          O médico destacou, ainda, que as consequências negativas ao organismo dependem de cada método cirúrgico, mas são efeitos benignos, bastante suportáveis e contornáveis, além de muito menos perigosos à saúde que a obesidade. Garrido afirmou que não basta ser operado, é preciso ser acompanhado antes e depois disso.

                          Algumas técnicas de cirurgia de obesidade podem provocar diarreia, mas são menos usadas. De acordo com Garrido, a grande maioria das operações são cobertas pelos planos de saúde, e entre 5% e 10% são feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Quem faz isso de forma particular tem um gasto que varia de R$ 20 mil a R$ 40 mil, dependendo do tipo de procedimento e do hospital.
                          Não é possível diminuir o tamanho do estômago apenas com dietas, e o órgão também não se regenera depois da cirurgia, segundo o especialista. O que pode haver é uma pequena dilatação em alguns casos. Além disso, ele esclareceu que 90% das operações de obesidade atualmente são realizadas por videolaparoscopia, de forma menos invasiva. Além disso, a recuperação é mais rápida e confortável.
                          Por fim, Garrido explicou que o balão intragástrico não é um procedimento cirúrgico, pois é feito por endoscopia. A sensação é de que há comida no estômago, por isso diminui o apetite. O balão deve ser removido depois de seis meses e, para obesos mórbidos, costuma ter resultados apenas temporários.
Fonte: g1.globo.com

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